Quem Somos

A Junta Feminina

A Junta Feminina da CIBI tem sua história marcada pela dedicação de mulheres chamadas para desempenhar seu trabalho no Reino de Deus e andar na Sua dependência. Ao longo do tempo e de diversas maneiras, dentro do contexto denominacional, são muitas as vitórias a serem relatadas. A despeito dos desafios inerentes ao cumprimento do “Ide”, servem de inspiração e nos impulsionam a não desanimar, a não desistir e jamais se deixar abater pelas dificuldades.

O trabalho desta Junta tem contribuído para o desenvolvimento, crescimento e solidificação dos trabalhos desenvolvidos pela CIBI desde os primórdios. Há relatos de que as esposas dos primeiros missionários atuavam na área social e essa atividade aproximava as pessoas do evangelho. A atuação feminina na área social e educacional foi e continua sendo de muita importância para o desenvolvimento de nosso país e da CIBI.

No âmbito denominacional, muitas destas destemidas servas do Senhor já completaram suas carreiras com louvor e descansam nos Seus braços. Sabemos que de forma direta, em cargos específicos na CIBI, nas Convenções Regionais e nas próprias igrejas, há um significativo grupo de irmãs que “não aparecem”, que não constam dos registros oficiais, tanto do presente quanto do passado, que através de suas orações e intercessões, das atividades solidárias fazem a Junta Feminina ter a “força de atuação” que faz a diferença.


Formação

  • Consta das atas das Assembleias Gerais da Convenção das Igrejas Evangélicas Batistas Independentes do Brasil (CIEBIB), que já existia, antes de 1958, em nível regional, e ainda sem o conceito de departamento, um trabalho feminino liderado pela irmã Lucy Mendes, precursora e líder da atuação feminina denominacional.
  • Na Assembleia Geral da CIEBIB, no ano de 1958, foi fundada a União Geral de Senhoras e Moças e a irmã Lucy Mendes foi eleita presidente, sendo também eleitas as irmãs Alida da Silva como secretária e Mathilde Santos como tesoureira. A partir de então, com o vigor renovado, afinal já havia uma atuação informal, e com o apoio das lideranças da denominação, foram promovidos diversos congressos femininos sempre com a participação significativa de irmãs de várias regiões do país. A presença atuante e compromissada fez surgir algumas lideranças regionais que impulsionaram a expansão da CIEBIB e mais do que isso, contribuiu na divulgação do evangelho.

Objetivo

  • A partir da formação da União Geral de Senhoras e Moças, a Junta Feminina, mantém seu objetivo intrínseco e primordial, que sempre foi o de promover o fortalecimento das chamadas uniões femininas locais, estadual e regional, oferecendo treinamento e preparação de líderes, encontros de comunhão e estimular e apoiar a obra missionária. A busca do cumprimento desses objetivos é, sem dúvida, o pilar de todo o processo que faz a Junta Feminina ter um papel significativo na nossa história missionária.

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